Enquanto muitos empresários brasileiros ainda tratam a Reforma Tributária como um “problema para 2027”, o cenário real aponta para uma direção muito mais perigosa. Para Willian França, CEO do Grupo França o meu Contador, a falta de movimentação imediata não é apenas um risco operacional, é uma ameaça direta à sobrevivência do lucro.
“O maior erro de percepção hoje é achar que a reforma é apenas uma troca de siglas ou um problema exclusivo do contador. Se você não está revisando seu processo de compras e seu fluxo de caixa agora, o primeiro boleto de 2027 será o seu maior pesadelo”, afirma Willian.
A Reforma já começou (e você está atrasado)
Diferente do que o senso comum propaga, a reforma não começa em janeiro de 2027. O movimento legislativo e a mudança de mentalidade da fiscalização já estão em pleno curso. Willian destaca que 2026 é o ano de “visitar processos” e organizar a casa.
“Quem esperar o cronograma oficial para agir vai amargar margens de lucro destruídas. A reforma mexe na precificação, no modelo de compras e na necessidade de capital de giro. Não é uma mudança contábil, é uma mudança radical no seu modelo de negócio”, pontua o CEO.
O Risco do Fluxo de Caixa e do Split Payment
Um dos pontos de maior alerta levantados por Willian França é o impacto do Split Payment e da não cumulatividade ampla. Em um sistema onde o imposto é segregado no ato do pagamento, a empresa perde a sua tradicional “fonte de financiamento” temporária.
“Muitas empresas usam o valor do tributo para girar o mês e pagam apenas na data do vencimento. Com o novo sistema, esse valor é retido imediatamente. Se o empresário não reestruturar seus prazos médios de estocagem e recebimento agora, ele será surpreendido por uma indisponibilidade financeira fatal”, alerta Willian.
O Custo da Inércia
A mensagem do CEO é clara: a preparação prévia é o que vai separar os sobreviventes dos que serão engolidos pela nova lógica tributária.
- O empresário atento: Está revisando contratos, auditando créditos de PIS/COFINS acumulados e saneando seus processos internos.
- O empresário inerte: Será surpreendido por alíquotas que podem chegar a 30% e por um sistema de “apuração assistida” que não trabalhará a favor do seu bolso.
“O mercado está alheio à importância do tema. Aqueles que estão descuidando da preparação agora serão os mesmos que, em breve, estarão buscando empréstimos caros para cobrir buracos no caixa causados por falta de planejamento. No França, nossa missão é não deixar isso acontecer com nossos parceiros”, conclui Willian França.
Sobre o Especialista
Willian França é CEO do Grupo França o meu Contador, estrategista de negócios e liderança focada em resultados. Com uma visão voltada para a saúde econômico-financeira de seus clientes, Willian atua na vanguarda das discussões sobre a Reforma Tributária, garantindo que o empresariado brasileiro tenha as ferramentas necessárias para atravessar a transição digital com segurança e lucratividade.
Matéria Exclusiva – Grupo França o meu Contador.


